29 de abril de 2016

Decadência

Os dias tem sido calmos, porém massacrantes... Acordo sempre por volta das 05:00 da manhã, pego uma caneca de leite com nescafé ( não estou tomando toddy light porque fiz outro piercing) então me aconchego no meio da pilha de cobertores, e alí me enterro aos poucos. Gosto do período da manhã, me trás um sensação de nostalgia. A televisão sempre está ligada, ela me ajuda a afastar os monstros que se escondem por trás das cortinas. Ás vezes está falando sobre a Dilma, o Lula, o Cunha, e qualquer outra coisa sobre política. Então logo me canso, e coloco em qualquer canal de desenho. Por volta das 08:00 o leite quente já me colocou pra dormir.  Minha mente pertubada, é envadida com demonios do sono. Monstros que ficam me cutucando nos meus terríveis pesadelos. Acordo várias vezes, até que percebo que são 10:50 da manhã. A casa está suja, tem um cheiro de árdido, e mofo. Ok. Preciso levantar, estou á beira da morte, mas tenho marido pra cuidar. Visto minha pantufa azul, com bolinhas brancas, e me arrasto até a dispensa de produtos de limpeza. Balde, esponja, cândida, desinfetantes, lustra móvel, veja, panos, rodos e vassouras. << eu poderia tomar um coquetel de cândida com desinfetantes, e morrer. mas penso, que isso poderia  não me matar, e me causar mais dor >> Com muito esforço, mais do que deveria a casa está limpa. Cheira a lavanda, e me sinto bem com cheiro novo. No meio do dia, preparo o almoço do marido cansado. Como qualquer coisa, não ligo para as calorias, só como, e volto me arrastando pra cama. Me lembro do banho, e me lembro da regra básica da Lua - nunca deite na cama, sem tomar banho. ainda mais se limpou a casa -. Ok. Banho, ás lagrimas se misturam a água quente do chuveiro. Me lavo com sentimento de dó, de pena, o sabonete de frutas vermelhas, tenta esconder o cheiro de morte. Um pijama limpo, e me arrasto para cama. Água e uns comprimidos bonitinhos... Não ligo a televisão, apenas fecho a janela e me deito. O teto branco está no mesmo lugar. Estou sozinha, eu e os monstros, eu e a minha mente. Ela está ali parada me espiando, esperando á hora que vou sucumbir. Leio a mente dela: - Quanto tempo será que esse porquinho aguenta? Lembre- se que um dia  você vai fraquejar. Um dia a lâmina vai corta tão fundo, que seu marido não vai chegar á tempo. Eu estarei lá.... 
Não dou a miníma para ela, mas ela ainda se deita comigo. O cheiro de frutas vermelhas, já não está mais no meu corpo. Estou cheirando á morte, á dor e a angústia. Me pergunto porque, porque eu?! Meu corpo está ficando cada dia mais fraco. Estou ferrando ele aos poucos, ele não está suportando mais. Remédios. Papéis em branco, ou rabiscados. Palavras vazia. Mente pertubada. O que restou de mim? Nada. Adormeço e acordo com meu marido no meu pé. Ele me da um beijo, e eu fico alí em silêncio. Logo a noite chega, novamente como algo. Adormeço, e tudo volta do zero: casa, comida, pesadelos, morte, vazio... 


24 de abril de 2016

Números

Eu me arrumo depressa, pois minha mãe não gosta muito de esperar. Nada demais, roupas pretas, um óculos escuro pois odeio o sol que está lá fora. Pego minha bolsa, e respiro fundo, demoro um pouco na porta, e finalmente fecho ela atrás de mim. Minhas tias estão á espera, elas falam alto, rápido demais para eu acompanhar conversa. Estou feia, cabelo mal penteado, toda de preto, e o único brilho vem da minha aliança de casamento. E talvez do meu piercing no nariz... Talvez 
Elas estão falando das minhas primas, e a conversa segue. Até que a cunhada da minha mãe enaltece, a bunda da filha dela, e ainda com a seguinte frase " Ela ainda não se arrumou, tem aquele rabão pra tirar da cama". Tento olhar pra ela, mas o loiro amarelado do cabelo dela irrita meu olho, mesmo de óculos. De repente a conversa vai até minha outra prima, que recebe vários elogios... " Ah ela está linda"; " Ah, nem parece que teve filho". Minha mãe me olha, e eu abaixo a cabeça e sigo. Ando enquanto escuto minha mente me amaldiçoar por sair da cama. Além de me fazer contar o que comi no café da manhã. Discuto comigo mesma em silêncio, porque eu tinha que descer. Eu era obrigada, o Duda morto dormindo. Infelizmente desviamos o trajeto, e então fomos para uma dessas lojas de roupas. Muita conversa, muita mulher, e tudo isso me irritando. Estou naqueles dias, então tudo me irrita, até mesmo um "Oi" de quem eu não quero ver. Me deparo com um calça cintura alta n° 34. Tão pequena, tão leve, tão fina, tão delicada, e então meu 38- vira 46. O chão fica turvo, e me sinto mal e enjoada. Disfarço e vejo a 38-46. Quero me enterrar embaixo da loja, á espera de um caminhão de lava em cima de mim. Apenas, vou andando até minha mãe e me sento no banco da loja. Uma mulher está tentando enfiar o pé gordo dentro de uma sandália. Quero correr... Quando todo mundo acabou de comprar, e falar alto, e reclamar que fulana, ou cicrana está gorda. Eu já estou lá fora, rumo ao meu ponto de ônibus. E a mente como sempre me espancando mentalmente.... Rá.como é ser gorda? é bom né? aquele 36 não cabe nem na tua canela. blá blá blá. Me sento no treco do ponto de ônibus, outra prima está ali, todas vão ver o bebezinho dela. Eu continuo no mesmo lugar, estou enjoada, com calor, e a luz me irrita. Minha mente grita feito uma sirene de ambulância, querendo espaço no meio do trânsito. Tudo que eu menos quero é ver cara de um bêbe. E ouvir, " E o seu Lua, quando vai vir??? " O ônibus finalmente chega, pulo na frente de todo mundo e entro. Espero o balanço do ônibus, me deixar em coma. Pelo menos até chegar em casa...Quando abro o portão, e fecho a porta... Estou na minha casa, segura, sem calor, sem enjôo, sem calça 36, sem pessoas estranhas, sem tias, sem mãe... Mas ainda tem a minha mente. Para me lembrar do quão gorda eu sou, para me lembrar que sou feia, que sou nojenta, que sou fraca, que sou uma vaca bulímica, que sou um peso morto, que meu marido deve ter vergonha de mim, para me lembrar que não uso 36, que dirás 34... E estou aqui ás 01:08 da manhã sozinha. Com o pulso coçando, porque arranquei todas cascas, mas está tudo bem, ele vai ganhar novas cascas futuramente. A lâmina, está á minha espera.. Assim como meu próprio demônio pessoal. 


22 de abril de 2016

Em um mundo sem luz

Na noite anterior dormi chorando... Não foi uma daquelas crises, que da vontade de se matar. Apenas dor e tristeza, mas aquela que você fica ali se martirizando sozinha. Você acorda, não saí da cama, só fica ali, deitada, olhando pro teto. Uma aranha enorme preta, anda pela parede, eu continuo a encarar ela. Balança a bunda, e entra no teto. Coço o cabelo, e penso - Que porra que tá acontecendo comigo?
Levanto, e me lembro que não limpei a casa está semana. Produtos de limpeza estão pelo chão, e eu devia esfregar o banheiro. Mas volto pra cama, e morro durmo ali mesmo. Acordo por volta das 10:20, estou com fome, mas ignoro e vou fazer o que eu devia ter feito. O relógio diz que é 14:50, e então me arrasto e vou cuidar do almoço do marido. O cheiro da comida entra pelo nariz, e penso em batatas com filé de frango, e um arroz colorido. Me arrasto de novo, e subo as escadas. Caio na cama faleço durmo de novo... Quando acordo ele já comeu tudo, e está sentado na cadeira em frente á cama. As 17:40, lembro que preciso ir tomar banho. Demoro mais do que deveria para lavar meu corpo gordo, cheios de cicatrizes. Visto outro pijama, e me arrasto até a cozinha. Como qualquer coisa, e volto me arrastando pra cama. Já são 20:50 e eu sei que todos vão dormir. A aranha que vi vai dormir, a cachorrinha, o terreno, o marido, as formigas, menos eu. Levanto vou ao banheiro, volto escrevo, vou pro note leio os blogs. Ligo a televisão, e vejo os desenhos. Finalmente por volta das 01:30 consigo dormir. Mas a insônia é uma vadia, e me acorda por volta das 04:00 da manhã. Mais desenhos... Até que cochilo, e acordo por volta das 08:00. 
Novamente olho pro teto, a claridade já está dizendo que eu deveria me levantar. Mas estou a espera da tal aranha que vi. Mas ela está com preguiça, e deve estar na cama também. Até que olho pro canto do teto, e tem dois olhos me espiando. Percebo que ele também quer dormir, mas a claridade está incomodando. Penso - Ou estou usando alguma droga, ou realmente ando tendo alucinações. Olho pra televisão desligada, e tem montanhas de palavras e desenhos tortos. Olho mais de perto, e continuo a ver. Respiro fundo, e volto a dormir, a fim de que tudo isso seja um sonho. Por volta das 10:57 acordo, e vejo os olhos, e as letras. Cutuco o marido, e ele acorda. Digo, - Está vendo dois olhos no teto, e letras e desenho na tv? Ele se levanta, demora uns 30 segundos e diz: - Não. Porquê? Olho de novo, e continua os olhos alí e os rabiscos na tv. Olho pra ele e digo - Estou vendo dois olhos no teto, e um monte de coisas escritas na televisão. E ontem vi uma aranha enorme, que balançou a bunda, e entrou no teto. Ele me olha de novo, observa o teto, e em seguida a tv. E diz: - Aih, meu deus,  você voltou a ver essas coisas? Vixe.  
Me viro, e deixo escorregar algumas lágrimas. Aceito o fato que estou realmente louca,  e agora até alucinações ando tendo. Cubro minha cabeça, e me cubro por inteira. E morro durmo novamente...






19 de abril de 2016

Meu País das Maravilhas

Acordo, e penso muito bem no que vou fazer. Visto um jeans escuro, e uma blusa preta. Ajusto o bracelete, para que meus segredos não fique expostos, á olhares curiosos. Prendo o cabelo, e pego minha bolsa. Ah, como odeio dia de sol... Coloco os fones no máximo, e está tocando Bring me the Horizon - Deathbeds, tudo para me esquecer. Estou esperando o ônibus, e pensando em correr pra casa e chorar na minha cama. Mas fico alí, na companhia de uma velha senhora, só vejo o pé dela meio deformado. Finalmente o ônibus chega, passo pelos olhares raivosos, e me sento no fundo. A dor e o enjôo está a minha volta. Perto da estação desço e caminho em passos rápidos até uma papelaria. Demoro demais para escolher dois caderno. << um diário novo/ e um para dietas >> Porque na noite anterior sujei o meu de sangue. Finalmente escolho dois cadernos, um preto e um vermelho. Sigo até o caixa, e nele tem tanto chocolate que chego ficar com as pernas bambas. Pago e saiu correndo dali... Entro na farmácia, e peço meu passe para o meu País das Maravilhas. No caixa da farmácia, vejo o preço de bandagens, preciso de algumas, porém a grana tá curta. Então isso fica pra depois. Atravesso o farol, e penso que um carro poderia descer rua abaixo e esfregar minha cara feia no asfalto quente. 
Entro num loja de doces, passo por um garoto bem novinho anotando alguma coisa. Escolho alguns tridents, e vou para o caixa. Há essa altura os doces, balas, bolos, estão gritando e dançando para mim. Pisco o olho duas vezes, e eles viram cobras querendo me matar. Escuto a moça chamar o próximo. Atravesso mais um farol, e nem um carro ainda. Passo por tanta gente, me sinto pequena, e tonta << odeio sair sozinha >>. Paro no ponto de ônibus, estou com os batimentos acelerados. Algumas mulheres fixam os olhos vermelhos em cima de mim, então entro na loja ao lado, para fugir delas. Finalmente o ônibus chega. Me sento novamente no fundo, são 10:20 da manhã, á essa altura toca Bring me the Horizon - True Friends. Percebo que o ônibus vai lotar, e eu sinto cada osso do meu corpo trincar de medo. Uma moça aparentemente bem jovem e um bebê senta do meu lado. Percebo que ela não tem muito jeito com a criança, porque no balanço do ônibus, a cabeça do bebê bate com uma certa força no meu braço. Então me encolho. Conto as paradas, e fico mais leve quando chega o meu ponto de descer. Entro em casa, me liberto e os ossos trincados agora caem em cima do chão. Subo as escadas retiro tudo da sacola, conto meus passes para  o País das Maravilhas. Penso: - Quem sabe eu tome os 40 comprimidos com pouco de vodka. Ligo o som, em Bring me the horizon- Can you feel my heart. E deixo o corpo amolecer enquanto caiu dentro da terra das maravilhas... Seria lindo. 


18 de abril de 2016

Notas de um diário 2

13/04 
Querido díario... 
A minha inutilidade é tão grande. Tenho um monte de coisas para fazer, e eu estou aqui com meu rabo gordo deitado. 

15/04
Querido díario....
Eu quero comer mas não posso. Quero mas não posso. Então encho um copo de água com gás, e me entupo. 
Pulsos cortados. Ok 
Fome? Ok
Vazio. Ok 

16/04
Querido diário ... 
Comi. Estou tão cheia que me sinto uma bola. Mas o que eu poderia fazer? 
Lâminas. Ok
3 Soníferos. Ok
3 Lax. Ok
Mais lâminas. Ok.
Sangue. Ok.

17/04
Querido diário... 
Não estou com vontade de escrever. Mas não consigo dormir... São 22 horas de domingo, estou sozinha. Quero me machucar... 
Pulso cortados. Ok
O Duda está na casa dos pais. Ele não vai ver, porque vou esconder com o bracelete. A televisão está desligada, a casa dorme, mas eu continuo olhando pro escuro sozinha. Tantos pensamentos, tanta insônia, eu gostaria de morrer. 
23 horas... 
Ele chegou... Me deu um beijo, e perguntou porque eu estava no escuro. Não respondo. Ele fica em silêncio, como se quisesse formar uma conversa descontraída. Então tira 2 canetas do bolso, e diz que trouxe pra mim. Ele coloca na mesa, e acende a luz do abajur. Vai até o banheiro, e escuto ele tirar a calça, vestir um pijama. Eu mexo na caneta de um lado, para outro. Rasbico a palavra morte na minha mão. Continuo a olhar pro teto, com a caneta na minha mão. Ele escova os dentes, e deita do meu lado. E diz.... " Desenha um únicornio em mim... " Balanço a cabeça dizendo que não. Ele insiste, e eu torno a dizer não com a cabeça.Desenho eu mesma no ombro dele. No desenho estou chorando, e tem um balão em cima da minha cabeça com um emaranhado de coisas. Ele diz... " é você neste desenho? " Eu balanço a cabeça que sim. Ele beija minha testa, e eu apago a luz. Ele me abraça, e enrola os pés no meu. Coço o pulso, e penso que neste momento ele está sangrando. Fecho os olhos. vejo nos meus pensamentos, um trem me esmagando... Por fim, adormeço. 

L.

15 de abril de 2016

Pulsos rasgados

" Ela chega em casa, o normal entre mãe e filha, é um beijo carinhoso e um abraço. Conversar para dizer como foi dia. Sentar á mesa no jantar, jogar conversa fora. Dar boas risadas, e criar memórias agradáveis. Mas... 
Isso para mim é apenas um sonho. Ela chega em casa, não me dá nem um "Oi". Está na defensiva com sempre, talvez estressada com o trabalho, ou com a volta pra casa. Mas sempre foi assim... Mesmo quando ela estava em casa. Eu idiota, ignoro a cara fechada e conto coisas para "quebrar o climão"... Estúpida. Eu deveria ter percebido que ela nunca quer saber nada relacionado á mim. Subos as escadas em direção ao meu mundo. Seguro na base do colchão, fechos olhos o máximo que posso. O coração acelerando cada vez mais. Vozes. Mente embaçada, não consigo raciocinar, tento respirar fundo, mas a dor é mais forte do que eu. 
Penso:- Não agora, por favor, apenas pare de pensar...
 para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. para.. Minha cabeça dói, meu coração está doendo. Num segundo já estou trancada no banheiro. Choro. Choro mais alto do que eu posso. A lâmina já está na minha mão, e agora ela está no pulso. Penso se eu rasgar o mais que eu puder, acabo com tudo isso. Respiro. Mas á dor não quer embora. Corto o ar, corto a pele, e o sangue desse até chão. Quando vejo o tanto, começo a chorar. Mas ainda assim a mente não para. Faço mais ainda... Os papéis estão chão, sujo de sangue. Sinto fome, sinto medo, sinto dor. Saio do banheiro com pulso apoiado num papel. Sento na cama ainda chorando. A minha vontade é bater a cabeça até ela parar, até ela explodir. Ouço a voz dela, respiro com rápidez. Seco as lágrimas com próprio braço mesmo. Ignoro a voz, e tento me acalmar. Abro a gaveta do criado mudo, e pego meu " bracelete " ( é um tipo de munhequeira que fiz para esconder as coisas) coloco, e aperto. Logo, me lembro do Duda... Ele não está em casa. Quando chegar vai achar que eu me machuquei por culpa dele, que não estava em casa para me impedir. O choro volta tudo de novo. Abaixo a cabeça fico alí, sendo bombardeada com milhares coisas ao mesmo tempo. A cabeça parece que vai explodir, a dor dos cortes está ali para me lembrar que eu ainda não morri. Ouço a porta abrir, ele chegou... 
Ele se ajoelha na minha frente, tenta levantar minha cabeça. Mas não quero que ele me veja assim. Ele força até que levanto a cabeça. Ele diz: - O que houve? | Não respondo. E ele torna a repetir:- O que houve?? | Sinto o peso da situação todo em cima de mim. Apenas choro e estico o braço. O semblante dele se desmorana na minha frente. Ele senta do meu lado, o olho está vermelho. A mente grita feito uma louca repetindo (inútil. olha só o que você fez. inútil. pq não morre. você só serve para decepcionar as pessoas..ect) Ele começa a abrir á boca, para dizer o que eu já sabia que ele iria dizer:- É minh... | Digo em cima da fala mal completada: - Não. Não é sua culpa, não tem como controlar a minha cabeça. Mesmo que estivesse aqui, uma hora ou outra eu iria fazer o mesmo. É isso que sou Duda, um monte de caos dentro de uma mente só. Não tem como controlar isso... Você mesmo viu, que estava "normal" quando você saiu...E olha só a merda que eu fiz... 
A conversa termina com um: - Eu não sei. 

Eu estava "bem" controlando a minha cabeça. Mas ela me desestabilizou, por causa da falta de amor por parte dela. Ela sempre foi assim, porém eu nunca sei quando vai me afetar << mais do que já é afetado>>Passei o dia normalmente, fiz faxina na cozinha. Fechei o dia muito bem, não tive compulsões. Mas olha só como terminou o meu dia. Eu juro que não sei quanto tempo mais vou aguentar.... 


14 de abril de 2016

Empty

Finalmente, acho que as compulsões deram uma trégua. E a Bulimia, aos poucos está sendo contida. Desde meu post de 11/04, que não vômito nada. E por sorte ando comendo menos, e então nada de compulsões, nada de Bulimia. Ainda sinto vontade de vomitar, mas ando me contendo o máximo que posso. Obrigada pelo apoio nesse assunto meninas <3 
De ontem pra cá perde 1,1 kg claramente é líquidos, pois fiz xixi até umas horas. Mas sem Diu e Lax, foi apenas meu organismo mesmo. Viva!! Estou me pesando todas as manhãs, a espera de números menores. Sei que isso é ruim, mas é melhor do que deixar pra lá. Também não estou seguindo dieta nenhuma, estou cansada disso já. Estou comendo menos, me privando de alguns alimentos. Ontem fiz uma forma de bolo de chocolate, com direito á calda e tudo. Parti e coloquei na vasilha de bolos, nesse momento coloquei um micro pedaço em um pote pra mim. Quando peguei a colher para colocar na boca, senti nojo, e acredite joguei o bolo fora ( O meu micro pedaço claro) . >.> Eu poderia ter colocado dentro da vasilha, mas sei lá... Só joguei no lixo mesmo. Fiquei feliz, pela minha atitude. E olhe que o bolo estava muito bom, assim dizia minha mãe e o Duda. Isso me deixou feliz, porque senti uma ponta de autocontrole. 
Eu queria ter boas notícias em relação á tristeza. Sabe aquela sensação de vazio, e de que nada é bom, ou vale a pena? Estou inundada pela dor e a tristeza. Num barco aonde a solidão me carrega para fundo mar. Apenas isso. Estou colocando minha pouca energia vital, em me livrar da maldita. E assim vou empurrando os dias. 

L.

12 de abril de 2016

Procurando uma saída

Andei a perceber o enorme buraco que estou... Não este post não é motivacional, e nem vou enchê-lo de promessas baratas das quais sei que não vou cumprir. Mas pensei bem na Bulimia, na falta de controle, nas comidas que vomitei na privada do meu banheiro. No dinheiro jogado fora, porque eu podia ter escolhido não comer, porque alguém comeria. Bulimia, é igual jogar comida fora, e isso não me perdoo. 
Acho que as coisas começaram a desandar desde que voltei a comer carne de novo. Então vou tirar aos poucos as carnes. É melhor pra minha saúde, e melhor pro meu controle. Procurando alguns cadernos velhos, arranquei as folhas idiotas que escrevi. E farei dele um lugar de anotação de calorias. É pequeno e posso levar para mesa, e dane-se se alguém ver. Estou farta de gente "cuida" na minha vida. Para fugir da Bulimia, quero comer coisas saudáveis, e fugir das porcarias. Porque raras as vezes que vomitei frutas ou legumes. << pelo que me lembro>> A única coisa que está me incomodando é porque o caderno é colorido. E eu detesto cores... Desde que a depressão me engoliu certas cores me irritam de uma tal forma é inexplicável. Isso é uma das coisas que preciso falar futuramente com o médico. Não é nem um plano, nem dieta... É apenas uma atualização! E juro que tem tanta merda pingando na minha vida, que não preciso da Bulimia. Não mesmo. Bom, pelo menos é uma tentativa. Sem compulsões, sem Bulimia. << pelo menos eu penso assim>> 
Além do mais estou uma merda em relação á emagrecer. É terrívelmente ruim, quando a tristeza e a comida andam de mãos dadas. Tudo só piora. Sei que me parece fácil, tipo: - Ah é só emagrecer... 
Não. Não é, pelo menos na minha situação. Eu preciso separar as coisas, emagrecer, tristeza, emagrecer, tristeza... Não são iguais. Comer não me fará feliz. Mas quando programamos a mente, para suprir a dor em algo, é bem difícil desprogramar. Por enquanto estou no platô, não engordei, porém não emagreci. << merda.merda.merda.merda.merda.merda>> Só de pensar nisso quero me retalhar por inteira. "Vamos afastar o pensamento ruim Lua, se cortar não te fará mais magra... Ah não ser corte as banhas, e deixe só no osso." << hahahaha >> Enfim, só atualizando... 1- Voltar a não comer carnes. 2- Escrever as calorias no caderno todos os dias. 3- Fazer um estudo para saber o que anda comendo, e a média das calorias. 
Pelo menos vou tentar... 



11 de abril de 2016

Maldita Bulimia

Ah, essa maldita não quer sair de mim. Se encostou e parece uma coisa ruim, e sim estou brava comigo mesma. Hoje depois de uma tontura, resolvi passar um gel redutor na barriga de orca, e fui fazer alguns abdominais. Enquanto minha pança queimava, relembrei todos os espisodios em que a Bulimia maldita, me machucou. << não sou cretina em dizer, que não mio vomito  >> Sendo que ando miando vomitando feito uma retardada. Estou tão brava que nem chamo mais essa desagraça de "Mia" já chamo ela do nome feio mesmo. Maldita. Maldita que faz minha garganta ficar inflamada, maldita que faz meu estômago virar um vulcão.Maldita. Mil vezes maldita. Que me deixa fraca, cambaleante e me xingando mentalmente. A vontade é de bater a cabeça no piso do banheiro, até o piso preto ficar vermelho. Eu já tenho problemas de estômago, não posso comer uma série de alimentos, e se como, só eu sinto a dor. E agora vou ficar vomitando todo dia? Toda semana. E pior que essa droga é tão automático, que quando vou cair em si, tô curvada com escova na guela. Pqp. Sinto muito pelas palavras de baixo calão, mas preciso estravassar essa raiva. Ainda mais quando sei que não havia necessidade de vomitar. Que ódio. E de fevereiro pra cá, essa vadia infeliz tende a aparecer. Mesmo quando nem tive compulsão. Que maravilha de vida em Lua, que maravilha... É lax é diu, e vomitar... Quais merdas você fará á seguir? Tenho que parar de pensar nessas merdas antes que meu cérebro exploda. 

9 de abril de 2016

Perecimento

Tentarei não deixar o post enorme, e creio que nem tenho conteúdo pra isso. 
Os 3 dias que se passaram foram terríveis. Me sinto, aquele povo que só vem com notícias ruins, mas é que isso que sou, e que tenho. A semana foi chata, eu fiz todos os serviços que geralmente fazia com a minha mãe. Mas agora ela está em um trabalho novo, feliz, animada e querendo me levar no médico e isto e aquilo. << é sobre meu rosto o médico, e não, não é cirurgia plástica, eu faço um post depois sobre isso>>. Estou feliz por ela, é bem valorizado, ela poderá realizar tudo que pretendia. Eu e o Duda falamos novamente sobre o médico, ele me disse as questões dele, eu disse ás minhas. Disse pra ele que aceito o tratamento, independente da droga que eu tenha ou sou. Embora todas as minhas células dizem que nada vai mudar, e que o caminho mesmo é o suicídio. << sou pessimista em niveis altíssimos mesmo>>. Tive compulsões, e tive mia. Isso me ferra, porque sou a defensora das anti-mias, e lá vai eu correndo vomitar. Fiquei com garganta ruim, mal conseguia engolir minha própria saliva. Não faço ideia do que houve, mas talvez o estresse tenha desencadeado tudo. E sério gente, se não sei lidar com tristeza, que dirás estresse. E parece que estamos chamando eles pra perto da gente, porque tá foda hein. Ainda continuo na mesma, cortes, lâminas, mia, e toda a mesma bosta que sempre escrevo aqui. Escrevo demais no caderno,  e já fui até ver o preço de outro porque pelo visto um caderno de 15 matérias não rende. Não sei já contei aqui, mas sofro de alucinações... Hmm, é meio complicado falar disso. Em outro post explico melhor... Mas está semana vi uma folha de caderno presa em cima da cabeceira da cama. Eu olhei umas 3 vezes e tinha, passei a mão e não tinha nada. E em outra situação, uma tomada falou comigo. E piscava pra mim, que merda tá acontecendo comigo? Sei lá. Tento ignorar essa parte do problema. Está semana estou com a neura e loucura de fazer a semana inteira de ciclo ( ficar sem comer até as 18, aí como uma ou duas frutas ,e só como ás 18 de novo  e assim vai ) ou nf os 5 dias. Eu já fiz 4 dias, se não me engano. Tanto faz, só quero emagrecer e dane se o resto. A fruteira tá cheia e as metas estão ali, só irei focar nisso. Eu deveria estar indo pra uma festa, mas quem disse que vou? Quem disse que quero? Ou que tenho vontade? Estou aqui na cozinha ao som da geladeira. E ouvinda porra de funk maldito do vizinho, eu odeio fins de semana. Enfim... desculpem por não ter um post animado, é que sou só isso mesma, só um resto no fundo do oceano escuro. 
L.


7 de abril de 2016

Pertubações


As paredes ficam pequena em volta dos meus pensamentos. Me sinto acuada em um canto, e ninguém pode me salvar. Números escorrem das paredes até o chão. Ela fica me encarando no meio da escuridão. Fala rápido, e baixinho, seus lábios estão rachados e doloridos. Tento me esconder para que ela não veja, mas não adianta se esconder dela. Os gritos, as mesmas conversas, as mesmas mentiras. Engulo 3 comprimidos, 1 para me esquecer da vida, 2 para me entorpecer essa dor, 3 para quem sabe me matar e me tirar dessa loucura. Ainda escuto ela se arrastando, me seguindo até a minha cama fria. Quando ela está perto de mim, sinto o quarto pequeno e frio. Não há mais vida, as flores da minha cabeceira já morreram. Ali mesmo sozinha, trêmula, quase pálida, sem vida. Finalmente os comprimidos fazem efeito, de pouco em pouco, ele me deixa leve. A tensão que havia entre mim e meu corpo, já não existe mais. Minha mente desliga, deslizo devagar até que meu corpo fique totalmente entorpecido. Tento puxar meu cobertor até em cima, mas mal consigo levanta-lo. Dou risada de mim mesma, e paro tentar pegar ele. Com as púpilas dilatadas vejo luzes brilhantes no teto, são estrelas eu me pergunto... Os meus olhos lutam para ficar abertos, mas o veneno que está no meu corpo é mais forte do que eu. Mais uma vez, ela me colocou pra dormir. Um dia ela vai atender meu pedido, dormir para sempre em uma cama de madeira fria.



Texto de: 26/02 -
Autoria: L.

6 de abril de 2016

Melancolia

Eu admito, não estou e nem nunca estive bem. Sempre estou cansada, chateada, e visívelmente deprimida. Quando penso que tudo vai entrar nos eixos. Vem a vida me mostra, que sempre pode piorar. Ando de um lado para outro dentro de casa. Como se fosse um zumbi, procurando algum corpo por aí. Passo dia de pijama, cuido da Ruby e volto para cama. O dia amanhece e eu estou zumbizando pela casa << não sei se existe esta palavra>>. Penso que milhares de moça na minha idade estão terminando a faculdade, estão rindo com os amigos. Enquanto eu estou aqui desejando a morte como companheira. Eu sei que todos vão dizer - Lua se esforce, vá atrás. Mas aí é que o bicho pega. Não sinto vontade de absolutamente nada! Não é preguiça, é que realmente eu não sinto vontade de nada. Todo dia é uma guerra interior, para levantar e fazer os afazeres da casa. Ou ir no centro da cidade pagar as contas do mês. Me arrasto como uma morta viva. Hoje mesmo foi um daqueles dias aonde me preparo mentalmente, para poder por o pé na rua. E me pergunto todo santo dia - Vale a pena? Realmente vale a pena, ficar por aqui, fingindo gostar de viver? Sempre chego na mesma conclusão,  NÃO. 
Ontem o Duda estava sentado no chão do banheiro. E percebi que ele chorava, porque ele estava molhando meu pijama de lágrimas. Perguntei o porquê do choro repentino, e ele me diz - ' Tenho medo de te perder Lua. Medo de chegar em casa, e encontrar você morta. ' Eu deveria ter chorado, e lhe da palavras de conforto, mesmo quando sei que estou mentindo. E o que eu falei pra ele? Nada. Não vou prometer, não gosto de promessas. Mas percebi que ele está desesperado. Eu gostaria de ser uma boa esposa pra ele. Mas creio que mesmo me esforçando, acabarei na mesma. Foi e sempre vai ser assim. Desde ontem falamos bem pouco, apenas o necessário. Chorei um pouco antes de dormir. E novamente me fatiei como um peru de natal. Queria entender o que sinto, ao ver o sangue indo embora de mim. Manchando o chão, ou papéis higiênicos. Os curativos grudam no machucado, é só retirar que aparece mais líquidos vermelhos. Parece loucura. Soa como loucura. Nada mais faz sentindo pra mim. Ando tentando me segurar para não fazer e adivinhe. Em certos dias que me nego á me machucar, eu feri meu próprio couro cabelo, aquele perto do final da nuca. Olho pra unhas, um monte de unhas de sangue. E não percebi ou senti dor alguma. E de novo, parece loucura, pode ser loucura, ou não... Eu estou tanto tempo fingindo ser forte para todos. Isso me desgasta de uma tal forma, que parece que vou explodir em mil pedacinhos. Não está sendo fácil, e creio que nunca será. Não estou murmurando, estou apenas desabafando algo que está no fundo da minha mente. 
Os dias demoram pra passar, as horas parecem anos. E no fim do dia me deito e olho pro teto branco. Algumas lágrimas caem, e viro e me esforço para dormir. E logo já é de manhã, penso- Mais um dia perdido, mais um dia sem sentindo, mais um dia iguais aos outros, mais um dia que vou pedir para morrer. Mais um dia vou me imaginar morrendo da pior forma possível. Tudo isso na minha cabeça, mas por fora estou calma. Mesmo estando quebrada, destruída de todas as formas possíveis. 
Apenas finja lua, apenas finja. 



3 de abril de 2016

Sussurros da Ana


Eu lhe dou números. 
Eu lhe dou  quilos, balanças, metas, dietas, e afins. 
Eu lhe dou ossos. 
Eu lhe tiro á graça de sorrir entre amigos.
Eu lhe tiro á paz, em sentar em comer com amigos. 
Eu lhe faço chamar minha outra companheira, te faço enfiar os dedos na garganta e tirar a impurezas. 
Eu te faço perder noites, na privada, usando todos os remédios possíveis. 
Eu te faço chorar por não ver o que quer na balança.
Eu te faço cuspir diante da sua propria imagem.
Eu te faço medir cada canto do seu corpo. 
Eu te faço criar metas, que podem te levar á morte. 
Eu te faço pensar em mim 24 horas por dia. 
Eu te faço mentir, mentir para todos, inclusive para si mesma. 
Eu te faço nunca ver que está emagrecendo. 
Eu te faço chorar na sua cama, porque quer comer, mas não pode. 
Eu te faço escrever, eu te faço me desenhar, me imaginar, mas você não sabe minha verdadeira aparência. 
Eu te faço me querer, e me esconder por dentro de suas células, ossos, carnes, músculos...
Eu te faço se machucar, por não chegar aonde que eu quero.
Eu estou te guardando em meio á cravos brancos, e uma bela coroa de flores. 
Você é minha. Só minha. 

Autoria- Lua 
Título por: Senhora P.


2 de abril de 2016

Planos diabólicos - Editado

Abril me trouxe notícias surpreendentes, tanto ruins, ou seja o resto de março... Quanto notícias favoráveis, á perder peso, e deixar me libertar desse casulo de gordura em que eu vivo. Eu tinha preparado um post sobre a rotina alimentar, porém não ando mais interessada em fazer esse tipo de post seco, sem uma função. Ou seja apaguei, e reescrevi, umas 10 vezes << omg >> 
No momento estou sozinha na cozinha. Minha mãe estava aqui á 2 minutos atrás comendo amedoim, e eu olhando pra cara dela tipo - Ei me deixa sozinha, por favor....  Sou meio solitária. Eu queria ler os blogs sem ninguém me chatiando. Vamos lá, explicar meu plano diabólico <<haha>> 
Bom, não comentei talvez. Mas minha mãe arrumou um trabalho de segunda á sexta. Ela quer fazer umas reformas, e guardar um reservar. Ou seja caiu como uma luva, este emprego. E claramente ela não vai poder fazer milhares de comida pra me encher como um porquinho. Então posso ficar tranquila e fazer da maneira que eu quiser. O Duda nem vai perceber, e eu tenho que ser inteligente e aproveitar isso á meu favor, e perder os quilos que preciso, e quero perder. 
A intenção é ser restrita no meio da semana, e fim de semana comer até 500. Porque fins de semana, sempre é mais complicado. Tem almoço com família, jantares, festas, e fica mais difícil fugir. E para não me causar encontros com a mia, ou compulsões, 500 é um bom limite para não engordar, ou morrer por ter comido. Ainda não sei vou fazer alguma dieta dessas Ana y Mia, porque sinceramente elas me deixam meio assim. Mas vou restringir o máximo que eu puder. 
Infelizmente acabei miando ontem. Pois é, pessoas. Miei comida, e sim, foi horrível, e não devia ter feito isso. Não era nada de gorduroso, ou que fazia mal á saúde ( como frrituras). Mas ainda sim, me deu um acesso e miei. Fiquei rouca, e o Duda obviamente reparou, mas dei uma de joão sem braço. Hoje só estou tossindo um pouco, de resto estou levemente normal. A deprê continua a mesma, ainda choro um pouco sem nenhum motivo aparente. E as mudanças de humor tá um coisa muito desgastante. Mas vou lidando como posso.. :// Nem vou esperar muito de abril, porque olha só o mês de março. Vou focar em emagrecer, e na minha rotina. Apenas nisso. 



Editado ás 23:48 

Vejam só como eu tô com humor totalmente desregulado. Ainda estava por aqui na internet, vendo coisas aleatórias. Ouvi dezenas de músicas, das mais tristes, até as mais animadas. Devido á isto, estou com fortes dores de cabeça no atual momento. Sendo que não há motivo algum pra isto. Foda, ou não?! Pois é... Mas já estou indo, falta poucos  minutos para minha dieta do mês se iniciar. Já está tudo pronto. Espero que essas coisas que tem em mim, não me atrapalhe. Este cansaço, está acabando comigo, acabando mesmo...